Tipo de diabetes que pode matar

Tipo de diabetes que pode matar. Se não estiver sob controle, o diabetes pode causar inúmeras complicações para o organismo e gerar outros problemas de saúde mais graves, como cegueira e amputação de membros por infecção, e até fatais, como infartos e derrames. A doença é umas das principais causa de morte no mundo inteiro e, segundo uma pesquisa do Ministério da Saúde, aponta ainda que ela mata quatro vezes mais pessoas do que a Aids. Por isso a importância de um diagnóstico precoce, um tratamento médico adequado e a adoção de um estilo de vida saudável. Esses cuidados servem tanto para pacientes do tipo 1 como do tipo 2.

Tipo de diabetes que pode matar

Tipo de diabetes que pode matar

O diabetes é uma doença crônica, sem cura, ocasionada pelo excesso de açúcar no sangue devido à falta (tipo 1) ou à má absorção (tipo 2) de insulina – hormônio responsável pela quebra do açúcar. Nos dois casos, se a doença não for tratada de forma adequada e fugir do controle, ou seja, as taxas de glicose estiverem muito elevadas, as consequências podem ser bastante graves para o organismo do paciente. Em casos extremos, o diabetes pode causar cegueira, insuficiência renal, amputação de membros, neuropatia (lesão dos nervos), infartos e derrames.

Não existe um tipo específico de diabetes mais grave ou menos grave ou mesmo que possa causar a morte – o que pode ser fatal é a evolução da doença. Ambos os tipos (1 e 2), quando fora do controle, podem desenvolver complicações fatais. O diabetes é uma das principais causas de problemas cardiovasculares e tornou-se a doença que mais mata no mundo, principalmente por conta dessas complicações.

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O acúmulo excessivo de açúcar no sangue altera as taxas de colesterol, o que pode levar à obstrução dos vasos sanguíneos e aumentar as chances de infarto e derrame cerebral. Outro agravante que pode tornar o problema fatal é que o diabetes geralmente vem acompanhado de hipertensão, uma combinação bastante nociva para o sistema cardiovascular.

Como os sintomas do diabetes são comuns, sutis e podem ser associados a outras doenças, muitas vezes o diagnóstico é tardio, facilitando o surgimento de complicações sérias. Por isso, para um diagnóstico precoce, é fundamental a consulta médica regular (principalmente, se o paciente tiver predisposição) e a realização de exames periódicos para monitorar as taxas de glicose do sangue.

Para evitar o agravamento da doença e maiores danos à saúde, além de um tratamento rigoroso, seja por meio de aplicação de insulina como pelo uso de medicamentos orais, é imprescindível a adoção de hábitos de vida saudáveis, com uma alimentação balanceada e prática de exercícios físicos regulares. Dessa forma, é possível conviver bem com o diabetes, garantir qualidade de vida e evitar danos fatais.

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