Principais dúvidas sobre diabetes

De acordo com uma pesquisa realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), até 2030 o número de diabéticos pode chegar em 366 milhões no mundo todo. Com tantas pessoas envolvidas com a doença, seja os próprios pacientes ou mesmo familiares que acompanham o tratamento, muitas dúvidas surgem, pois o diabetes envolve diversos aspectos do nosso organismo.

Se a doença fugir do controle, outros problemas podem vir à tona. Portanto, para saber conviver bem com a doença, manter a qualidade de vida e mesmo preveni-la, é fundamental estar bem informado. Para ajudá-los, preparamos uma lista com algumas das Principais dúvidas sobre diabetes.

Principais dúvidas sobre diabetes

Principais dúvidas sobre diabetes

Quando se fala em diabetes, é comum surgirem questionamentos sobre as causas, fatores de risco, sintomas, formas de prevenção e controle, tipos de tratamento, medicação, entre outras coisas. Todas essas informações são aspectos importantes tanto para trabalhar a prevenção como o controle da doença. Pensando nisso, seguem algumas das principais dás Principais dúvidas sobre diabetes.

O que é diabetes?

Diabetes é uma doença crônica que resulta da diminuição ou falta de insulina (hormônio responsável pela correta absorção da glicose pelo organismo). Isso acontece quando o pâncreas não consegue produzir a quantidade de insulina suficiente o quando o próprio organismo não consegue aproveitar a insulina produzida. A consequência disso é que a quantidade de açúcar (glicose) fica elevada no sangue, pois não há insulina suficiente ou eficiente para retirá-lo de lá – caracterizando a hiperglicemia, que, quando descontrolada, pode causar outros danos para o sistema nervoso e sanguíneo.

O que é o pré-diabetes?

É um estágio entre a normalidade e o diabetes tipo 2. Se for diagnosticada precocemente, é grandes chances de não desenvolver a doença. Existem alguns fatores de risco, como excesso de peso, sedentarismo, colesterol alterado, hipertensão e idade acima de 45 anos.

Qual a diferença entre hipo e hiperglicemia?

A hiperglicemia é o aumento da taxa de glicose no sangue. Considera-se que valores acima de 126 mg em jejum já são suspeitos de diabetes. Já hipoglicemia é o baixo nível de glicose no sangue (abaixo de 60 mg).

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Quais os tipos de diabetes?

Os principais e mais comuns são o diabetes tipo 1, o diabetes tipo 2 e o diabetes gestacional. No caso do tipo 1, é uma reação autoimune: o sistema de defesa do organismo ataca as células que produzem insulina, afetando a produção desse hormônio, ou seja, o corpo fica sem nenhuma ou com pouca insulina. O tipo 1 pode afetar qualquer pessoa, mas é mais comum em crianças e adultos jovens. Já o diabetes tipo 2, o mais comum, costuma se desenvolver em pessoas com idade acima de 45 anos com excesso de peso e acontece quando há produção de insulina mas em quantidade insuficiente para retirar o açúcar do sangue. E o diabetes gestacional se desenvolve durante a gravidez, mas, geralmente, desaparece depois do parto.

Quais são os principais sintomas?

Sede excessiva, aumento da urina, perda de peso, fome excessiva, cansaço, dores nas pernas, visão turva e demora na cicatrização de feridas. Um ponto de atenção: no tipo 2, é comum o paciente não apresentar sintomas; por isso a importância de monitorar a glicemia, principalmente, depois dos 40 anos de idade.

Quais são os principais fatores de risco?

Idade acima de 40 anos, sobrepeso/obesidade, hipertensão, sedentarismo, alimentação pouco saudável, histórico familiar e colesterol alto.

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Como pode ser feita a prevenção?

Mantendo hábitos alimentares saudáveis e perdendo peso caso necessário. Exercitando-se regularmente, evitando cigarro, cuidando da pressão e do colesterol e monitorando, por meio de exames, a taxa de glicose no sangue.

Como é feito o tratamento?

Como o diabetes não tem cura, o tratamento serve para controlar a doença e para garantir qualidade de vida ao paciente, evitando complicações. O tratamento varia de caso para caso, mas envolve alimentação saudável, prática regular de atividade física, monitoramento da glicemia e, em alguns casos, medicamento via oral ou aplicação de insulina (tipo 2).

 

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