Fatores de risco que levam a diabetes tipo 2

A diabetes tipo 2 é a forma mais comum da doença e acomete milhares de pessoas em todo o mundo. Os casos dela têm aumentado de forma assustadora devido, principalmente, aos hábitos da vida moderna: sedentarismo e alimentação irregular. Entender quais são os Fatores de risco que levam a diabetes tipo 2 é fundamental para prevenir a doença e ficar longe dessas estatísticas.

Fatores de risco que levam a diabetes tipo 2 (Foto: Divulgação)
Fatores de risco que levam a diabetes tipo 2 (Foto: Divulgação)

Fatores de risco que levam a diabetes tipo 2

A diabetes tipo 2, o tipo mais comum da doença, se caracteriza quando o pâncreas não produz insulina em quantidade suficiente ou quando a insulina produzida não age adequadamente. As causas da doença ainda não são totalmente conhecidas, mas sabe-se que ela é desencadeada por inúmeros fatores, que envolvem aspectos ambientais e genéticos.

Saiba mais informações sobre: Laticínios integrais podem diminuir risco de diabetes tipo 2

Qualquer pessoa pode desenvolver esse tipo de diabetes, mas existem fatores de risco que aumentam as chances de adquiri-la. Confira os principais:

Cuidados com o diabetes tipo 2 (Foto: Divulgação)
Cuidados com o diabetes tipo 2 (Foto: Divulgação)

História familiar

Pessoas com parentes com diabetes tipo 2 (principalmente, de primeiro grau) possuem mais risco de desenvolver a doença. Por isso devem ficar alertas para outros fatores de risco, como ganho de peso.

Hipertensão

Geralmente a diabetes está acompanhada da hipertensão, mas ainda não se conhece a exata relação entre os dois problemas. Sabe-se, porém, que alguns remédios usados no tratamento da hipertensão aumentam o risco de diabetes.

Veja os riscos de estar acima do peso (Foto: Divulgação)
Veja os riscos de estar acima do peso (Foto: Divulgação)

Obesidade

O sobrepeso é apontado como o principal fator de risco para a doença. Quando o IMC (Índice de Massa Corporal) é maior que 25, o risco aumenta de forma progressiva. Alguns pacientes conseguem controlar a diabetes apenas emagrecendo.

Gordura abdominal

Pacientes que acumulam gordura na barriga têm mais chances de desenvolver a doença. Homens com um cintura maior que 102 cm e mulheres com cintura maior que 88 cm apresentam risco elevado.

Sedentarismo

Pessoas sedentárias não gastam calorias e acabam ganhando peso, o que aumenta o risco de diabetes tipo 2. A atividade física regular ajuda a prevenir a doença, na medida em que controla o peso e os níveis de glicose no sangue.

Fatores de risco do diabetes que você pode evitar (Foto: Divulgação)
Fatores de risco do diabetes que você pode evitar (Foto: Divulgação)

Idade acima de 45 anos

A diabetes tipo 2 é mais frequente em pessoas com mais de 45 anos de idade – apesar de que tem se tornado comum em jovens. A explicação aponta para a queda da massa muscular e o aumento da gordura corporal decorrentes do envelhecimento.

Colesterol elevado

Níveis elevados de LDL (colesterol ruim) e triglicerídeos e/ou níveis baixos de HDL (colesterol bom) estão relacionados ao desenvolvimento da doença.

Dieta hipercalórica

O consumo excessivo de carne vermelha, doces e refrigerantes, por exemplo, está relacionada ao risco de diabetes tipo 2. O consumo regular de fibras, vegetais e cereais é recomendável e reduz esse risco.

Faça testes e controle o seu diabetes (Foto: Divulgação)
Faça testes e controle o seu diabetes (Foto: Divulgação)

Diabetes gestacional

Esse tipo de diabetes acontece durante a gravidez e costuma desaparecer depois do parto. Mas, mesmo com as taxas de glicose normalizadas, a paciente possui maior risco de desenvolver diabetes tipo 2.

Síndrome dos ovários policísticos (SOP)

Mulheres com SOP costumam apresentar resistência à insulina e, consequentemente, têm riscos de desenvolver diabetes tipo 2.

Cigarro

Fumantes têm 40% mais chances de desenvolver a doença do que os não-fumantes. Estudos apontam que são precisos cinco anos sem fumar para que comece a diminuir o risco da pessoa ter diabetes. Além disso, somente depois de 20 anos sem cigarro é que a pessoa volta a apresentar o mesmo risco de pessoas que nunca fumaram.

 

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