Cirurgia do Diabetes: O que é verdade e o que não é

Muitas pessoas sofrem com a diabetes e desejam se livrar desse mal com dietas e outros tipos de intervenção como por exemplo a cirurgia do diabetes. Mas nem todos sabem como essa cirurgia funciona, para que ela é indicada e como pode ajudar a melhorar os casos de diabetes. Para quem deseja saber mais sobre o que é verdade e o que não é sobre a cirurgia do diabetes, confira as informações que trouxemos.

Cirurgia do Diabetes

Cirurgia do diabetes

A cirurgia bariátrica, que também é conhecida como cirurgia da obesidade ou então como redução do estômago, além de ajudar no tratamento da obesidade e das doenças relacionadas com o excesso de gordura corporal, assim como diabetes mellitus tipo 2, etc.

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Descobriu-se por meio de cirurgias em diabéticos obesos mórbidos que estes além de obterem resultados com a redução de peso, também tiveram suas taxas de glicemia normalizadas. A partir desses resultados, começaram uma série de estudos para a realização desse tipo de cirurgia em diabéticos que não sofrem com obesidade mórbida.

Indicações para a cirurgia do diabetes 2

Sabemos que a cirurgia é indicada para obesos mórbidos e os resultados são eficazes, diminuindo os riscos de complicações e desenvolvimento do diabetes ao longo dos anos. Mas em relação aos diabéticos que não sofrem com obesidade mórbida, os resultados também são promissores.

Contraindicações da cirurgia do diabetes tipo 2

As contraindicações para esse tipo de cirurgia são poucas. Ela não é indicada para pacientes que são portadores de diabetes autoimune, ou seja, que são aquelas cujo próprio organismo produz anticorpos contra as células beta do pâncreas que produzem insulina, diabetes do tipo 1 e em diabéticos tipo 2 com doença muito avançada onde o pâncreas não tem reserva de células beta que produzem insulina.

Exames necessários para realizar a cirurgia do diabetes tipo 2

Os exames para qualquer tipo de cirurgia são:

  • coagulação,
  • hemograma,
  • função renal, entre outros, são sempre solicitados.

Geralmente, em casos de cirurgias como essas, também são solicitados exames de sangue, para se estimar a reserva das células beta do pâncreas que produzem a insulina. Também é solicitado exames cardíacos e testes ergométricos ou cintilografia miocárdica.

Cuidados antes do procedimento

Os pacientes diabéticos com alto nível de glicemia devem ser tratados intensamente antes de passarem pela cirurgia. Essa intervenção para o controle da glicemia antes da cirurgia tem repercutido em excelentes resultados no pós-operatório.

Cuidados após a cirurgia

Atualmente os grandes centros contam com um alto volume cirúrgico e com especialistas experientes para realizar as operações que costumam durar cerca de 50 a 90 minutos. Após a operação, os pacientes são encaminhados acordados para a ala de recuperação e ficam nesse local cerca de uma hora. A internação hospitalar geralmente pode variar em média de 36 a 48 horas.

Riscos da cirurgia do diabetes tipo 2

As taxas de mortalidade após as cirurgias metabólicas são bem pequenas e o paciente é avaliado pela equipe cirúrgica rotineiramente 2 a 3 vezes por dia. Podem surgir outras complicações como trombose venosa das pernas e embolia pulmonar, mas esse risco cai próximo de zero com a utilização de medidas anti-trombose, com as meias elásticas e também com o sistema de compressão.

Método do Dr Rocha

Outra opção bastante interessante é o método desenvolvido pelo Dr. Patrick Rocha, ele visa alterar a alimentação e com isso, baixar os indices, deixando os remédios de lado, mantendo uma vida saudável. Milhares de pessoas já utilizaram desse método. Se você tem interesse em conhecer, clique no link: Eu quero ver o vídeo