7 mitos sobre diabetes

Quando uma pessoa é diagnosticada com diabetes, a primeira providência a se tomar para conviver melhor com a doença e garantir qualidade de vida é promover transformações consideráveis no estilo de vida. Hábitos alimentares saudáveis, prática regular de exercícios físicos, acompanhamento médico frequente e realização de exames são medidas fundamentais. Com tantas mudanças, é normal surgirem dúvidas sobre a doença e sobre cuidados com a saúde que exige. Nessas horas, a informação é uma grande aliada para o tratamento, já que, bem informado, o paciente adquire consciência sobre o que é mito e sobre o que é verdade acerca da doença. Para ajudá-los, listamos a seguir 7 mitos sobre diabetes.

7 mitos sobre diabetes

7 mitos sobre diabetes

Como várias doenças, o diabetes ainda sofre com a falta de informação. Mitos e meias-verdades circulam no dia a dia dos diabéticos, o que pode causar espanto ou mesmo desleixo durante o tratamento. Por isso é importante que o paciente esteja sempre em contato com o seu médico, conversando abertamente, esclarecendo dúvidas e adquirindo o máximo de informação possível. Bem informado, seguindo corretamente as recomendações médicas e sendo disciplinado no tratamento indicado, o diabético consegue controlar a doença e ter qualidade de vida.

Para facilitar o seu conhecimento e o seu convívio com a doença, listamos algumas informações que revelam 7 mitos sobre o diabetes.

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  1. Diabetes é uma doença contagiosa. O diabetes não é transmitido de pessoa para pessoa, como um vírus. No caso do tipo 1, é que existe uma predisposição genética para se desenvolver a doença;
  2. O diabetes tipo 2 atinge apenas jovens e o tipo 2, somente adultos. Acontece que o diabetes tipo 1 é mais comum entre crianças e adolescentes, mas também afeta adultos. Já o tipo 2, geralmente, é vinculado à obesidade, aumento do colesterol e hipertensão – problemas que têm sido cada vez mais comuns entre jovens;
  3. O tipo 1 é mais grave que o tipo 2. O nível de gravidade do diabetes não depende do tipo, mas de como está o controle da doença. É perfeitamente possível ter qualidade de vida em ambos os casos, basta seguir o tratamento de forma correta;
  4. Evitar açúcar significa controlar o diabetes. Evitar o açúcar faz parte do tratamento, que é totalmente individualizado. O controle da doença pode ser feito através de medicamentos, aliados a uma alimentação balanceada e atividade física regular;
  5. Canela ajuda no controle do diabetes. Nenhuma pesquisa científica comprova esta informação. Existem apenas estudos preliminares sobre o assunto.
  6. Alimentos, como carnes, queijos e ovos, não possuem açúcar. Portanto, podem ser consumidos à vontade. Esses alimentos, apesar de não serem fontes de carboidratos, são ricos em gorduras e proteínas. Quando essas substâncias são consumidas em excesso, também interferem na glicemia – além afetar os níveis de colesterol e o controle de peso;
  7. Insulina causa dependência química. A aplicação deste hormônio é necessária para os pacientes tipo 1, que são insulino-dependentes. Não é uma dependência química ou psíquica, é uma necessidade vital, já que o paciente possui essa deficiência crônica. 
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